| Folha/DA |
| Em reunião em Washington com o premiê iraquiano, o presidente Barack Obama disse nesta terça-feira que os Estados Unidos mantêm o plano de retirar todas as tropas de combate americanas do Iraque até agosto de 2010. Após o encontro com Nouri al Maliki, Obama também disse que está acompanhando de perto os trabalhos do Parlamento iraquiano para aprovar uma lei eleitoral para definir a estrutura legal para uma eleição nacional considerada decisiva, em janeiro. Sem uma lei eleitoral, a votação poderá ser adiada, o que pode atrapalhar os planos americanos de começar a reduzir de forma significativa presença de tropas americanas após as eleições. "Temos visto nos últimos meses a consolidação de um compromisso com a política democrática dentro do Iraque", disse Obama. "Estamos muito interessados, os dois, no sentido de assegurar que o Iraque tenha uma lei eleitoral que seja aprovada a tempo para que as eleições possam acontecer em janeiro." |
domingo, 25 de outubro de 2009
Obama reitera prazo para saída de tropas do Iraque
sábado, 25 de abril de 2009
Hillary faz visita surpresa ao Iraque
da Efe, no Cairo
A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, chegou hoje a Bagdá, capital do Iraque, para uma visita surpresa que coincide com uma das ondas de violência mais graves dos últimos meses no país, informou a rede de TV Al Jazeera.
Segundo a Al Jazeera, Hillary disse que o Iraque está no "caminho correto" apesar dos atentados registrados nos últimos dois dias, que deixaram mais de 140 mortos.
A primeira visita de Hillary ao Iraque desde que assumiu o cargo, em 22 de janeiro, também foi confirmada pela televisão oficial iraquiana, mas ainda se desconhece quantos dias ela permanecerá em Bagdá e com quem se reunirá.
A visita acontece em meio a uma retirada progressiva das tropas americanas do Iraque. No final de junho, abandonarão os centros urbanos e a retirada definitiva está prevista para acontecer até 2011.
Ontem, cerca de 60 pessoas morreram e mais de 130 ficaram feridas em um duplo atentado suicida contra peregrinos xiitas, muitos deles iranianos, que tinham chegado a um santuário xiita.
Na quinta-feira, ao menos 50 pessoas morreram e várias ficaram feridas em dois atentados, um deles contra peregrinos xiitas iranianos na província de Diyala e o outro no centro de Bagdá.
A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, chegou hoje a Bagdá, capital do Iraque, para uma visita surpresa que coincide com uma das ondas de violência mais graves dos últimos meses no país, informou a rede de TV Al Jazeera.
Segundo a Al Jazeera, Hillary disse que o Iraque está no "caminho correto" apesar dos atentados registrados nos últimos dois dias, que deixaram mais de 140 mortos.
A primeira visita de Hillary ao Iraque desde que assumiu o cargo, em 22 de janeiro, também foi confirmada pela televisão oficial iraquiana, mas ainda se desconhece quantos dias ela permanecerá em Bagdá e com quem se reunirá.
A visita acontece em meio a uma retirada progressiva das tropas americanas do Iraque. No final de junho, abandonarão os centros urbanos e a retirada definitiva está prevista para acontecer até 2011.
Ontem, cerca de 60 pessoas morreram e mais de 130 ficaram feridas em um duplo atentado suicida contra peregrinos xiitas, muitos deles iranianos, que tinham chegado a um santuário xiita.
Na quinta-feira, ao menos 50 pessoas morreram e várias ficaram feridas em dois atentados, um deles contra peregrinos xiitas iranianos na província de Diyala e o outro no centro de Bagdá.
terça-feira, 31 de março de 2009
Forças britânicas iniciam retirada oficial do Iraque
O general britânico responsável pelo comando militar das forças no sul do Iraque, Andy Salmon, transferirá nesta terça-feira o controle da região para o norte-americano Michael Oates, em um ato que representa o início oficial da retirada das tropas britânicas do país.
A partir desta terça-feira, soldados americanos e britânicos passarão a ser comandados pelo oficial dos Estados Unidos, no que passará a ser chamado de Divisão Multinacional do Sul.
A maior parte dos 4 mil soldados britânicos - que agora estão estacionados nos arredores da cidade de Basra - deve deixar o país até o dia 31 de maio, quando termina a operação de combate britânica.
A partir desta data, apenas 400 soldados da Grã-Bretanha permanecerão na região, para exercer funções no quartel-general da coalizão e treinar a Marinha iraquiana. Em entrevista à BBC, o general Salmon afirmou que muitos objetivos foram atingidos nos últimos seis anos de ocupação no Iraque.
"Nós ajudamos a aumentar a segurança e colocamos as condições para o desenvolvimento econômico e social. Acho que podemos sair com a cabeça erguida".
Comando americano Os soldados britânicos já começaram a desocupar edifícios e transferir tarefas para os colegas dos EUA, enquanto se preparam para a retirada depois de seis anos.
Segundo a correspondente para assuntos de defesa da BBC, Caroline Wyatt, a presença dos soldados norte-americanos já é visível em Basra.
A partir de agora, o papel dos Estados Unidos no sul do Iraque será ligeiramente diferente, devendo se focar no treinamento de policiais iraquianos e na manutenção da rota de transporte de suprimentos entre o sul e Bagdá. Segundo o coronel norte-americano AJ Johnson, responsável pelas ligações com o Exército iraquiano no Centro de Operações de Basra, os Estados Unidos manterão a estratégia que vinha sendo adotada até agora na região.
Isto significa que os soldados e policiais iraquianos devem continuar a ser a presença mais visível nas ruas da cidade.
"O objetivo da transição é garantir que não se perceba que o Exército dos EUA está aqui e que nós não faremos nada diferente do que os britânicos fizeram na região", disse Johnson à BBC. Os americanos também estão reduzindo o número de tropas no país. Duas brigadas devem sair da Província de Al-Anbar, que antes era considerada o centro da Al-Qaeda no Iraque.
A retirada total das forças americanas do país está prevista para 2011.
UOL
A partir desta terça-feira, soldados americanos e britânicos passarão a ser comandados pelo oficial dos Estados Unidos, no que passará a ser chamado de Divisão Multinacional do Sul.
A maior parte dos 4 mil soldados britânicos - que agora estão estacionados nos arredores da cidade de Basra - deve deixar o país até o dia 31 de maio, quando termina a operação de combate britânica.
A partir desta data, apenas 400 soldados da Grã-Bretanha permanecerão na região, para exercer funções no quartel-general da coalizão e treinar a Marinha iraquiana. Em entrevista à BBC, o general Salmon afirmou que muitos objetivos foram atingidos nos últimos seis anos de ocupação no Iraque.
"Nós ajudamos a aumentar a segurança e colocamos as condições para o desenvolvimento econômico e social. Acho que podemos sair com a cabeça erguida".
Comando americano Os soldados britânicos já começaram a desocupar edifícios e transferir tarefas para os colegas dos EUA, enquanto se preparam para a retirada depois de seis anos.
Segundo a correspondente para assuntos de defesa da BBC, Caroline Wyatt, a presença dos soldados norte-americanos já é visível em Basra.
A partir de agora, o papel dos Estados Unidos no sul do Iraque será ligeiramente diferente, devendo se focar no treinamento de policiais iraquianos e na manutenção da rota de transporte de suprimentos entre o sul e Bagdá. Segundo o coronel norte-americano AJ Johnson, responsável pelas ligações com o Exército iraquiano no Centro de Operações de Basra, os Estados Unidos manterão a estratégia que vinha sendo adotada até agora na região.
Isto significa que os soldados e policiais iraquianos devem continuar a ser a presença mais visível nas ruas da cidade.
"O objetivo da transição é garantir que não se perceba que o Exército dos EUA está aqui e que nós não faremos nada diferente do que os britânicos fizeram na região", disse Johnson à BBC. Os americanos também estão reduzindo o número de tropas no país. Duas brigadas devem sair da Província de Al-Anbar, que antes era considerada o centro da Al-Qaeda no Iraque.
A retirada total das forças americanas do país está prevista para 2011.
UOL
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Obama anuncia retirada do Iraque e 'nova era' na região
O Estado de S. Paulo
Tropas de combate vão sair até agosto de 2010; presidente acena a Irã e Síria
O presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou a data em que todas as tropas de combate do país terão se retirado do Iraque. "Deixe-me ser o mais claro possível: em 31 de agosto de 2010 nossa missão de combate no Iraque estará encerrada", disse Obama, a um mês do sexto aniversário da invasão americana. Segundo ele, a medida é possível porque a situação no Iraque melhorou, embora ainda seja difícil. Dos atuais 142 mil soldados, entre 35 mil e 50 mil permanecerão no Iraque até 31 de dezembro de 2011, período em que serão responsáveis pelo treinamento de forças locais. O presidente afirmou também que a retirada se dará no contexto de uma “nova era" diplomática do país no Oriente Médio, que prevê aproximação com nações hostis ao americanos. "Os EUA vão promover o engajamento de todas os países da região no processo, e isso inclui o Irã e a Síria", disse Obama. (págs. 1, A13 e A14)
Tropas de combate vão sair até agosto de 2010; presidente acena a Irã e Síria
O presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou a data em que todas as tropas de combate do país terão se retirado do Iraque. "Deixe-me ser o mais claro possível: em 31 de agosto de 2010 nossa missão de combate no Iraque estará encerrada", disse Obama, a um mês do sexto aniversário da invasão americana. Segundo ele, a medida é possível porque a situação no Iraque melhorou, embora ainda seja difícil. Dos atuais 142 mil soldados, entre 35 mil e 50 mil permanecerão no Iraque até 31 de dezembro de 2011, período em que serão responsáveis pelo treinamento de forças locais. O presidente afirmou também que a retirada se dará no contexto de uma “nova era" diplomática do país no Oriente Médio, que prevê aproximação com nações hostis ao americanos. "Os EUA vão promover o engajamento de todas os países da região no processo, e isso inclui o Irã e a Síria", disse Obama. (págs. 1, A13 e A14)
sábado, 31 de janeiro de 2009
Iraque começa eleição para escolha de representantes nas províncias
da Efe, em Bagdá
da Folha Online
Os colégios eleitorais de 14 das 18 províncias iraquianas deram início neste sábado (31) à eleição para escolhas de representantes nos conselhos provinciais. A votação é realizada em meio a estritas medidas de segurança.
Na eleição de hoje, a população vai determinar os membros das assembleias provinciais, que escolhem o governador e concentram grande parte do poder local. As eleições provinciais devem indicar se o Iraque começa a superar os anos de violência que se seguiram à invasão americana de 2003.
Conheça mais sobre as regiões do Iraque
Arte/Folha Online
O nível de participação nas primeiras horas da eleição, quando aconteceram alguns ataques contra centros eleitorais na província de Salah ad Din, é bastante baixo, segundo um membro da Comissão Eleitoral não se identificou. A expectativa é que a participação aumente nas próximas horas.
A circulação de carros está proibida em todas as cidades do país até as 5h de domingo no horário local (meia-noite no horário de Brasília) para prevenir possíveis atentados.
Na cidade Tikrit, na província de Salah ad Din, ao norte de Bagdá, quatro bombas caíram perto de três colégios eleitorais sem deixar vítimas, segundo informou a agência de notícias iraquiana Aswat al Iraq.
Mais de 15 milhões de iraquianos estão convocados para ir às urnas para renovar os conselhos eleitorais do país, nos quais cerca de 14 mil candidatos concorrem a 440 cadeiras -- 110 delas são reservadas a mulheres.
Com Folha de S.Paulo
da Folha Online
Os colégios eleitorais de 14 das 18 províncias iraquianas deram início neste sábado (31) à eleição para escolhas de representantes nos conselhos provinciais. A votação é realizada em meio a estritas medidas de segurança.
Na eleição de hoje, a população vai determinar os membros das assembleias provinciais, que escolhem o governador e concentram grande parte do poder local. As eleições provinciais devem indicar se o Iraque começa a superar os anos de violência que se seguiram à invasão americana de 2003.
Conheça mais sobre as regiões do Iraque
Arte/Folha Online
O nível de participação nas primeiras horas da eleição, quando aconteceram alguns ataques contra centros eleitorais na província de Salah ad Din, é bastante baixo, segundo um membro da Comissão Eleitoral não se identificou. A expectativa é que a participação aumente nas próximas horas.
A circulação de carros está proibida em todas as cidades do país até as 5h de domingo no horário local (meia-noite no horário de Brasília) para prevenir possíveis atentados.
Na cidade Tikrit, na província de Salah ad Din, ao norte de Bagdá, quatro bombas caíram perto de três colégios eleitorais sem deixar vítimas, segundo informou a agência de notícias iraquiana Aswat al Iraq.
Mais de 15 milhões de iraquianos estão convocados para ir às urnas para renovar os conselhos eleitorais do país, nos quais cerca de 14 mil candidatos concorrem a 440 cadeiras -- 110 delas são reservadas a mulheres.
Com Folha de S.Paulo
sábado, 20 de dezembro de 2008
Manifestantes palestinos trocam pedras por sapatos em protesto antiisraelense

No dia 14, Bush levou sapatada de jornalista iraquiano...
... desde então, protestos por todo o mundo contra a gestão Bush...
... adotaram os sapatos em vez de pedras como provocação.
Fabricante de "sapato do Bush" recebe 300 mil pedidos
Centenas de palestinos jogaram nesta sexta-feira sapatos contra soldados israelenses na barreira de separação da Cisjordânia, imitando o jornalista iraquiano que, no domingo passado, jogou seus calçados contra o presidente George W. Bush.
O protesto foi protagonizado por uns 500 palestinos, que trocaram as habituais pedras por sapatos, perto na cidade cisjordana de Bilin.
"Queremos manifestar nosso apoio ao jornalista iraquiano Muntazer al Zaidi e dizer que, como os iraquianos, nós nos opomos à ocupação", afirmou à AFP um dos organizadores da manifestação que acontece semanalmente na Cisjordânia cortada pelo muro da separação ou do apartheid, como costuma chamar.Veja fotos dos protestos com sapatos
domingo, 14 de dezembro de 2008
Bush chega ao Iraque em uma visita surpresa
Bagdá, 14 dez (EFE).- O presidente americano, George W. Bush, chegou hoje ao Iraque em uma visita surpresa, quando resta pouco mais de um mês para que deixe a Casa Branca.
A visita do líder dos Estados Unidos, a quarta desde a invasão do Iraque, em 2003, ocorre um dia depois da chegada do secretário de Defesa americano, Robert Gates, que anunciou que as tropas dos EUA começaram sua última etapa no Iraque
Uol Notícias
A visita do líder dos Estados Unidos, a quarta desde a invasão do Iraque, em 2003, ocorre um dia depois da chegada do secretário de Defesa americano, Robert Gates, que anunciou que as tropas dos EUA começaram sua última etapa no Iraque
Uol Notícias
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