quarta-feira, 29 de junho de 2016

Programa da FM America 100.9, apresentado 

por Vicente Oliveira que vai ao ar diariamente, das 

04:00 as 06:00



Para ouvi-lo acesse o programa 

através do seguinte link:




http://americafmonline.com.br/site/
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por Vicente 

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Programa da FM America 100.9, apresentado por Vicente 

Oliveira que vai ao ar diariamente, das 04:00 as 06:00.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Resgate de 26 mineradores acaba com morte de 6 socorristas na Rússia

Seis operários dos serviços de emergência morreram neste domingo (28) ao tentar resgatar 26 mineradores presos em uma mina de carvão no Ártico russo.
As autoridades russas já consideram impossível o resgate do grupo, e empresa proprietária da mina Severnaya - que fica na cidade de Vorkuta, no extremo nordeste da República Autônoma de Komi - afirma que não há ninguém com vida.
"Devemos constatar que, dada a situação criada nas galerias da mina, ninguém conseguiu sobreviver", afirmou Vladimir Puchkov, ministro para Situações de Emergência, aos meios de imprensa locais.
Puchkov disse que "os dados mostram que, na área subterrânea onde estavam os 26 mineradores, há altas temperaturas e não existe oxigênio".
Além disso, acrescentou que "o epicentro da última explosão de gás metano aconteceu justamente no setor" onde estavam presos os mineradores. Eles estão no local desde quinta-feira.
Segundo a direção da empresa Vorkutaugol, proprietária da mina, "não há ninguém com vida" devido às explosões ocorridas, aos desmoronamentos e aos incêndios.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Obama e Putin devem cooperar para o cessar-fogo na Síria


O presidente russo, Vladimir Putin, e o norte-americano, Barack Obama, concordaram em intensificar a cooperação entre as agências de inteligência e segurança dos dois países para permitir a implementação do acordo de cessar-fogo na Síria, informou hoje (14) a agência de notícias russa Interfax.

Obama e Putin conversaram por telefone sobre o acordo assinado no último dia 12 pelo International Syria Support Group (ISSG), na Alemanha. O tratado prevê o início de um cessar-fogo dentro de sete dias, como o primeiro passo para o fim da guerra civil na Síria, iniciada em 2011, na Primavera Árabe, para derrubar o regime do ditador Bashar al-Assad.

Apesar da assinatura do acordo, no fim de semana alguns representantes de países europeus demonstraram ceticismo em relação ao papel da Rússia, acusada pelo Ocidente de atacar civis e rebeldes com o consentimento de Damasco, para fortalecer o regime de Assad. Os envolvidos na assinatura do acordo fizeram apelos para que Moscou suspenda seus bombardeios para que o cessar-fogo vigore.

O acordo foi assinado por 17 países do ISSG, em Munique. Além do fim das hostilidades, prevê o acesso imediato de ajuda humanitária em zonas abaladas pelos confrontos na Síria. O texto, no entanto, não recai sobre as operações contra grupos terroristas, como o Estado Islâmico, e limita-se às tensões entre o governo e os rebeldes. Para a alta representante de política externa da União Europeia, a italiana Federica Mogherini, não existe “uma solução puramente militar” para a crise síria, que já provocou a morte de 11,5% da população e o êxodo de 50%.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Juiz britânico diz que é provável que Putin aprovou morte de ex-espião



Um juiz do Reino Unido afirmou nesta quinta-feira (21) que o presidente russo, Vladimir Putin, provavelmente aprovou o assassinato do ex-agente russo Alexander Litvinenko.

"A operação do FSB (serviços de inteligência russo) para matar Litvinenko foi provavelmente aprovada por (Nikolai) Patrushev (diretor do FSB na época) e também pelo presidente Putin", afirma o relatório da investigação britânica.

Litvinenko morreu em 2006 envenenado por polônio, provavelmente colocado em sua xícara de chá, e precisou ser enterrado em um caixão de chumbo para evitar vazamentos radioativos.

Ex-agente do serviço de segurança russo FSB que trabalhava na época para o MI6 britânico, ele havia se tornado um contumaz crítico de Putin. Sua morte ocorreu em 23 de novembro de 2006 em Londres, após três semanas de dolorosa agonia.

Primeira vítima de um assassinato radioativo, Litvinenko acusou o presidente russo Vladimir Putin de estar por trás de seu envenenamento.

Se o papel de Putin na morte permanece em aberto, a investigação, presidida pelo juiz Robert Owen, é muito mais contundente sobre a participação do Estado russo.

"O Estado russo foi responsável pela morte de Litvinenko", afirmam as conclusões, que confirmam também que a execução, com a introdução de polônio em um chá durante uma reunião no bar de um hotel em Londres, foi realizada por dois agentes russos, Andrei Lugovoi e Dmitri Kovtun.

"Quando Lugovoi envenenou Litvinenko, é provável que tenha feito sob a direção do FSB. Acrescentaria que vejo isto como uma forte probabilidade. Concluí que Kovtun também teve participação no envenenamento", afirma o documento de 300 páginas, resultado de um ano e meio de audiências.

No relatório, o juiz Owen afirma que Litvinenko "era considerado por aqueles que estavam no FSB como alguém que havia traído a organização".


domingo, 1 de março de 2015

Maior reserva de água doce do mundo, Lago Baikal, baixou para "nível crítico"


O nível do Lago Baikal - no sul da Sibéria, na Rússia -, maior reserva de água doce do mundo, baixou para um nível considerado crítico, aumentando os temores de escassez para a população e de consequências negativas para o ecossistema.

“O nível caiu dois centímetros abaixo dos 456 metros acima do nível do mar, o mínimo aceitável de acordo com o governo", disse Arkady Ivanov, da ONG Greenpeace. As autoridades da Buryatia, uma das regiões russas que fazem fronteira com o lago, tinham alarmado para a situação em janeiro.

O departamento local do Ministério de Situações de Emergência russo anunciou que colocou o “estado de alerta” para monitorização do abastecimento de água das aldeias vizinhas, que estão em risco de escassez.

“Os primeiros seres afetados por este nível mais baixo são os peixes e todo o ecossistema”, explicou Ivanov, ressaltando que a diminuição do nível de água se deve à atividade humana e a um ano seco. “Não há nada a fazer. Esperemos que o próximo ano seja mais chuvoso”, concluiu.
Agência Brasil