domingo, 1 de agosto de 2010
O Coronel Paim vai lutar ao lado do Vereador Corrâa Filho, junto ao Senador Delcídio do Amaral, para conseguir verba para construção de Centro de Convenções em Aquidauana
Transcreve-se, a seguir, matéria publicada em 13 de julho de 2010, em diversos Blogs do Painel do Coronel Paim:
"Delcídio analisa proposta do vereador Corrêa Filho (Pastora Simone Paim)
O senador Delcídio do Amaral (PT) está analisando a possibilidade do atendimento da indicação do vereador Corrêa Filho (PP), apresentada no dia 18 de maio de 2010, em que solicita a inclusão de uma emenda parlamentar ao Orçamento Geral da União com o objetivo de alocar recursos destinados à construção de um centro de convenções no município.
A comunicação foi feita pelo senador ao vereador, por meio de uma carta encaminhada na última quinta-feira (10) à Câmara Municipal de Aquidauana. O parlamentar explicou que o atendimento a essa proposta será buscado junto aos programas existentes na esfera federal, embora haja restrições para a obtenção de recursos governamentais em ano eleitoral.
Corrêa Filho havia justificado o pedido ao senador pelo fato de o município não dispor de um espaço apropriado para a realização de palestras, seminários, simpósios, reuniões estudantis e partidárias, etc.
Segundo ele, Aquidauana localiza-se na região sudoeste do Estado, por isso, com a construção desse centro, os municípios vizinhos poderiam também ser atendidos em eventos de grande porte. "Vários segmentos de nossa sociedade, como por exemplo, professores universitários, agremiações estudantis e lideranças religiosas têm nos procurado", completou, ao informar que uma dessas instituições teve que transferir um evento para a Capital por falta de espaço e lugares para acomodar as pessoas.
Fonte: Assessoria de Imprensa ( Iramar Ferreira)"
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Edson Paim Notícias no Painel de Blogs
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domingo, 1 de novembro de 2009
Mortes de militares pesam sobre decisões de guerra, diz Obama
da Folha Online
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quinta-feira, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, após acompanhar a entrega de corpos de militares mortos em conflitos armados no exterior, que essas mortes pesam "muito seriamente" sobre a sua visão de guerra e sobre suas futuras decisões militares.
Obama afirmou que a visita à base aérea de Dover, em Delaware, onde chegam os corpos de soldados mortos no Iraque e Afeganistão, representou "uma recordação instrutiva" dos sacrifícios da guerra. "Foi uma dolorosa lembrança dos extraordinários sacrifícios que os nossos jovens homens e mulheres de uniforme realizam a cada dia", disse.
"Obviamente, o fardo que nossas tropas e nossas famílias carregam em tempos de guerra vai pesar na forma com que eu vejo esses conflitos. E é algo em que penso todos os dias."
| Pablo Martinez Monsivais/AP | ||
| Obama vê entrega de restos mortais de militares americanos em base; experiência pesará em decisões |
Esta foi a primeira vez em 18 anos em que um presidente americano visitou a base. Obama chegou ao local na madrugada passada para acompanhar a chegada dos restos de militares mortos no Afeganistão e sua entrega aos familiares. A visita de Obama a Dover acontece no mês mais letal para as tropas americanas no Afeganistão, com 54 militares mortos.
Nesta quinta-feira, os caixões com os corpos de 15 soldados e três funcionários da DEA (a agência antidrogas dos EUA) que foram mortos segunda-feira (26), no Afeganistão, chegaram a bordo de um avião militar.
O antecessor, George W. Bush (2001-2009), vetou o acesso da imprensa às entregas dos restos mortais de militares aos familiares, medida que Obama suavizou após a sua chegada à Casa Branca, em janeiro passado, ao indicar que cada família deveria decidir se autorizaria a presença de jornalistas. Bush nunca visitou a base de Dover, porém se reuniu com frequência com familiares de soldados mortos em combate.
O secretário de imprensa da Casa Branca, Robert Gibbs, revelou que Obama ficou calado a maior parte do tempo no voo de helicóptero que o trouxe de volta da base aérea. "Não acho que alguém possa ir até lá e não entender o que está vendo. É difícil não ficar aflito", disse.
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Especial
PUBLIEDITORIALLIVRARIA DA FOLHA
domingo, 25 de outubro de 2009
Obama reitera prazo para saída de tropas do Iraque
| Folha/DA |
| Em reunião em Washington com o premiê iraquiano, o presidente Barack Obama disse nesta terça-feira que os Estados Unidos mantêm o plano de retirar todas as tropas de combate americanas do Iraque até agosto de 2010. Após o encontro com Nouri al Maliki, Obama também disse que está acompanhando de perto os trabalhos do Parlamento iraquiano para aprovar uma lei eleitoral para definir a estrutura legal para uma eleição nacional considerada decisiva, em janeiro. Sem uma lei eleitoral, a votação poderá ser adiada, o que pode atrapalhar os planos americanos de começar a reduzir de forma significativa presença de tropas americanas após as eleições. "Temos visto nos últimos meses a consolidação de um compromisso com a política democrática dentro do Iraque", disse Obama. "Estamos muito interessados, os dois, no sentido de assegurar que o Iraque tenha uma lei eleitoral que seja aprovada a tempo para que as eleições possam acontecer em janeiro." |
sábado, 25 de abril de 2009
Hillary faz visita surpresa ao Iraque
A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, chegou hoje a Bagdá, capital do Iraque, para uma visita surpresa que coincide com uma das ondas de violência mais graves dos últimos meses no país, informou a rede de TV Al Jazeera.
Segundo a Al Jazeera, Hillary disse que o Iraque está no "caminho correto" apesar dos atentados registrados nos últimos dois dias, que deixaram mais de 140 mortos.
A primeira visita de Hillary ao Iraque desde que assumiu o cargo, em 22 de janeiro, também foi confirmada pela televisão oficial iraquiana, mas ainda se desconhece quantos dias ela permanecerá em Bagdá e com quem se reunirá.
A visita acontece em meio a uma retirada progressiva das tropas americanas do Iraque. No final de junho, abandonarão os centros urbanos e a retirada definitiva está prevista para acontecer até 2011.
Ontem, cerca de 60 pessoas morreram e mais de 130 ficaram feridas em um duplo atentado suicida contra peregrinos xiitas, muitos deles iranianos, que tinham chegado a um santuário xiita.
Na quinta-feira, ao menos 50 pessoas morreram e várias ficaram feridas em dois atentados, um deles contra peregrinos xiitas iranianos na província de Diyala e o outro no centro de Bagdá.
terça-feira, 31 de março de 2009
Forças britânicas iniciam retirada oficial do Iraque
A partir desta terça-feira, soldados americanos e britânicos passarão a ser comandados pelo oficial dos Estados Unidos, no que passará a ser chamado de Divisão Multinacional do Sul.
A maior parte dos 4 mil soldados britânicos - que agora estão estacionados nos arredores da cidade de Basra - deve deixar o país até o dia 31 de maio, quando termina a operação de combate britânica.
A partir desta data, apenas 400 soldados da Grã-Bretanha permanecerão na região, para exercer funções no quartel-general da coalizão e treinar a Marinha iraquiana. Em entrevista à BBC, o general Salmon afirmou que muitos objetivos foram atingidos nos últimos seis anos de ocupação no Iraque.
"Nós ajudamos a aumentar a segurança e colocamos as condições para o desenvolvimento econômico e social. Acho que podemos sair com a cabeça erguida".
Comando americano Os soldados britânicos já começaram a desocupar edifícios e transferir tarefas para os colegas dos EUA, enquanto se preparam para a retirada depois de seis anos.
Segundo a correspondente para assuntos de defesa da BBC, Caroline Wyatt, a presença dos soldados norte-americanos já é visível em Basra.
A partir de agora, o papel dos Estados Unidos no sul do Iraque será ligeiramente diferente, devendo se focar no treinamento de policiais iraquianos e na manutenção da rota de transporte de suprimentos entre o sul e Bagdá. Segundo o coronel norte-americano AJ Johnson, responsável pelas ligações com o Exército iraquiano no Centro de Operações de Basra, os Estados Unidos manterão a estratégia que vinha sendo adotada até agora na região.
Isto significa que os soldados e policiais iraquianos devem continuar a ser a presença mais visível nas ruas da cidade.
"O objetivo da transição é garantir que não se perceba que o Exército dos EUA está aqui e que nós não faremos nada diferente do que os britânicos fizeram na região", disse Johnson à BBC. Os americanos também estão reduzindo o número de tropas no país. Duas brigadas devem sair da Província de Al-Anbar, que antes era considerada o centro da Al-Qaeda no Iraque.
A retirada total das forças americanas do país está prevista para 2011.
UOL
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Obama anuncia retirada do Iraque e 'nova era' na região
Tropas de combate vão sair até agosto de 2010; presidente acena a Irã e Síria
O presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou a data em que todas as tropas de combate do país terão se retirado do Iraque. "Deixe-me ser o mais claro possível: em 31 de agosto de 2010 nossa missão de combate no Iraque estará encerrada", disse Obama, a um mês do sexto aniversário da invasão americana. Segundo ele, a medida é possível porque a situação no Iraque melhorou, embora ainda seja difícil. Dos atuais 142 mil soldados, entre 35 mil e 50 mil permanecerão no Iraque até 31 de dezembro de 2011, período em que serão responsáveis pelo treinamento de forças locais. O presidente afirmou também que a retirada se dará no contexto de uma “nova era" diplomática do país no Oriente Médio, que prevê aproximação com nações hostis ao americanos. "Os EUA vão promover o engajamento de todas os países da região no processo, e isso inclui o Irã e a Síria", disse Obama. (págs. 1, A13 e A14)
